Brasiliana Iconográfica traz mais uma publicação com homenagem ao Museu Nacional

sexta-feira, 21 de setembro de 2018.
Brasiliana Iconográfica
Museu Nacional, museus, Brasiliana Iconográfica
Há mais de 15 dias, um incêndio destruiu o acervo do Museu Nacional e, junto com ele, parte da memória e da pesquisa científica brasileira. Para ressaltar a influência que a instituição exercia – e ainda exerce – sobre todos os museus e as entidades de memória do país, a Brasiliana Iconográfica selecionou imagens do portal e recontou um pouco da história do Palácio de São Cristóvão.

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Desenho de Thierry Frères que integra o tomo terceiro da obra "Voyage pittoresque et historique au Brésil". Améliorations progressives du Palais de St. Christophe : (Quinta de Boa Vista); depuis 1808, jusq’en 1831.
Desenho de Thierry Frères que integra o tomo terceiro da obra "Voyage pittoresque et historique au Brésil". Améliorations progressives du Palais de St. Christophe : (Quinta de Boa Vista); depuis 1808, jusq’en 1831.

A equipe Brasiliana Iconográfica lamenta profundamente a perda de grande parte do acervo do Museu Nacional, destruído por um terrível incêndio. Para homenagear a primeira instituição museológica e de pesquisa do Brasil, na qual nos inspiramos diariamente e com a qual compartilhamos muitos temas de interesse, selecionamos alguns registros do Palácio de São Cristóvão, construção que abriga o Museu, vinculada à história política, científica e artística do nosso país.

Antes de se tornar a moradia da família real portuguesa, o palácio foi casa de campo do comerciante luso-libanês Elie Antun Lubbus (ou Elias Antônio Lopes), que a ofereceu a d. João quando a corte chegou ao Brasil. A chácara tinha uma vista privilegiada: de um lado, via-se a baía de Guanabara; de outro, a floresta da Tijuca e o Corcovado, motivo do nome Quinta da Boa Vista.